Olga Nikolaevna Romanov nasceu em 15 de novembro de 1895 – foi a filha mais velha do imperador Nicolau II da Rússia e sua esposa a imperatriz Alexandra Feodorovna.
Desde a mais tenra infância foi muito ligada a sua irmã mais nova Tatiana, somente 1 ano e meio mais nova que ela.
Adorava o pai.
Também viria a ter um bom relacionamento com sua irmã mais nova Anastácia.
Até seus 8 anos, sua mãe a chamava de sua pequena Imperatriz e a habituava a beija-mãos ocasionais por parte das damas, até nascer Alex tendo ela quase 9 anos então.
Personalidade de Olga:
Olga revelou-se uma criança inteligente, aplicada aos estudos.
Adorava ler e aprender sobre os costumes do seu povo.
Era a mais inteligente dentre suas irmãs.
Tinha muita vivacidade, tendo a perdido no cativeiro, por ser extremamente sensível e emotiva.
Era frágil para suportar os embates da vida.
Infelizmente também a instabilidade jogava contra ela porque de seu natural sereno e alegre, passava facilmente a melancolia.
Sua mãe exigia muito dela, em termos de dar sempre bom exemplo para as irmãs e supervisionar Alex.
Olga teve discussões sérias com a mãe porque sentia-se muito cobrada.
Ainda que Olga ás vezes fosse explosiva, não obstante ela tinha bom coração.
Nunca deixou de prestar auxílio quando podia a quem lhe pedisse.
Desde criança, se preocupava com todos que pedissem ajuda, chegando mesmo a doar sua mesada para contribuir, pedindo aos empregados que não contassem a ninguém.
Embora durante sua adolescência tivesse por vezes uma relação conflituosa com a mãe,
porém cuidava dela com devoção assim como também Tatiana.
Dentre suas irmãs, era a única que ainda que amasse a mãe, não a idolatrava tal como suas irmãs o faziam.
Admirava muito o pai, a tal ponto de trazer sempre uma medalha de São Nicolau.
Era mais extrovertida que Tatiana.
Tinha um charme especial e considerada mais sedutora, ainda que não fosse considerada uma beleza como Tatiana.
As vezes era brusca com criados quando era contrariada e era por natureza um pouco rude.
Como qualquer menina da sua idade, sentia a falta de outras meninas, porque a Czarina
proibia contacto com as meninas da nobreza, dizendo que as irmãs tinham-se umas as outras.
Como as criadas eram senhoras obviamente que não havia escolha.
É sabido que a Czarina as mantinha assim nessa reclusão, por temer que se desviassem
por comportamentos impróprios das jovens da realeza, algo que ela chamava de:
A vida rotineira das Grã-Duquesas só era quebrada no verão quando então viajavam no iate Standart para a Criméia ou Escandinávia.
Durante a maior parte do ano, viviam em quase reclusão, sem terem permissão para participarem de qualquer Evento Social.
Quando fez 16 anos, teve uma festa especial tal como era costume na Corte.
Pela primeira vez tinha um colar e brincos e o cabelo era preso ou cortado.
Começava a idade adulta.
Foi um dia muito feliz para Olga, a qual só havia ido com o pai á Ópera uma vez.

Olga teve discussões sérias com a mãe porque sentia-se muito cobrada.
Ainda que Olga ás vezes fosse explosiva, não obstante ela tinha bom coração.
Nunca deixou de prestar auxílio quando podia a quem lhe pedisse.
Desde criança, se preocupava com todos que pedissem ajuda, chegando mesmo a doar sua mesada para contribuir, pedindo aos empregados que não contassem a ninguém.
Embora durante sua adolescência tivesse por vezes uma relação conflituosa com a mãe,
porém cuidava dela com devoção assim como também Tatiana.
Dentre suas irmãs, era a única que ainda que amasse a mãe, não a idolatrava tal como suas irmãs o faziam.
Admirava muito o pai, a tal ponto de trazer sempre uma medalha de São Nicolau.
Era mais extrovertida que Tatiana.
Tinha um charme especial e considerada mais sedutora, ainda que não fosse considerada uma beleza como Tatiana.
As vezes era brusca com criados quando era contrariada e era por natureza um pouco rude.
Como qualquer menina da sua idade, sentia a falta de outras meninas, porque a Czarina
proibia contacto com as meninas da nobreza, dizendo que as irmãs tinham-se umas as outras.
Como as criadas eram senhoras obviamente que não havia escolha.
É sabido que a Czarina as mantinha assim nessa reclusão, por temer que se desviassem
por comportamentos impróprios das jovens da realeza, algo que ela chamava de:
Desgraça russa .
Porém deveria as ter habituado a enxergarem o certo e o errado.
A única amiga de Olga que convivia com ela no Palácio ( já na idade adulta ) que era jovem como ela, da mesma idade era Margarida Khitrovo, chamada por Rita na Família Romanov.
Era dama da czarina e mais tarde foi enfermeira junto com a Czarina e as filhas.
Era amiga de todas as meninas, mas era muito devotada á Olga.
Olga á direita com sua devotada amiga Margarita “Rita” Khitrovo, na praia em 1916.
A vida rotineira das Grã-Duquesas só era quebrada no verão quando então viajavam no iate Standart para a Criméia ou Escandinávia.
Durante a maior parte do ano, viviam em quase reclusão, sem terem permissão para participarem de qualquer Evento Social.
Quando fez 16 anos, teve uma festa especial tal como era costume na Corte.
Pela primeira vez tinha um colar e brincos e o cabelo era preso ou cortado.
Começava a idade adulta.
Foi um dia muito feliz para Olga, a qual só havia ido com o pai á Ópera uma vez.

Olga em seu baile dos 16 anos em 1911, rodeada por Oficiais.
Desde a infancia de Olga que era desejo do Czar casa-la com o primo dele, Grão Duque Dimitri, apenas 5 anos mais velho que Olga.
Desde a infancia de Olga que era desejo do Czar casa-la com o primo dele, Grão Duque Dimitri, apenas 5 anos mais velho que Olga.
Em 1912, um noivado foi falado mas a Czarina não deixou ir adiante o desejo do Czar por causa da reputação de Dimitri, algo que poderia ter mudado o rumo dos acontecimentos, pois quando mais tarde o Czar abdicou e seu irmão renunciou a ser Czar, Dimitri como herdeiro masculino e casado com a filha mais velha do Czar, poderia assumir o Trono.
Apesar de nem Olga, nem Dimitri estarem apaixonados, todavia havia uma grande amizade entre eles.
E no 300ª da Dinastia Romanov, em 1913 apaixonou-se por
Pavel Alekseyevich Voronov .
Em seu diário, Olga parecia incrivelmente feliz em passar o tempo com ele, mas no final do ano ela enfrentava o coração partido: Pavel ficou noiva de outra Olga - uma amiga da família Romanov, Olga Kleinmichel. A Grã-Duquesa só se atreve a escrever sobre isso em seu diário em um código especial que ela havia criado.
Olga até então era a mais famosa das filhas do Czar, tanto na Rússia como no estrangeiro até a infeliz entrada da Rússia na guerra, quando então Tatiana se tornou a mais famosa por causa do seu Comitê e suas aparições públicas.
Recusou casar com o Principe Carol, herdeiro da Roménia em 1913 e mais tarde quando ele visitou a Rússia em 1917.
Era uma moça á frente do seu tempo, que se informava sobre a opinião pública através de amigos fora do palácio e de jornais.
Na idade adulta, estava mais bem informada que os seus pais sobre a real situação do País.
Não há registro de nenhuma paixão por um Príncipe russo, mas nisso podemos dizer que também seus pais em particular a Czarina não as deixavam conviver com a nobreza, restando assim somente Oficiais, homens com os quais por Lei nunca poderiam casar por Lei, só morganaticamente.
Olga que tinha visão política, teria sabido tomar sábias decisões, inclusive teria afastado Rasputin sendo ela a única da família a perceber o perigo que ele representava.
O Czar amava todas as suas filhas, mas nos últimos anos Olga foi sua favorita porque tornou se sua secretária no tempo da Primeira Guerra e também era a única das filhas que sabia o informar sobre a opinião pública porque estava mais bem informada que o pai, através de amigos fora do palácio e leitura diária de jornais.
Ele também se confidenciaria com ela e em Tobolsk chegou a lhe entregar um revolver que Olga trazia escondido na bota.
Dmítri Shakh-Bagov, o Oficial por quem Olga se apaixonou perdidamente.
Conheceram-se em 1915, sendo ele paciente dela na Cruz Vermelha,
conhecido por ela como Mitya.
Olga cuja fraqueza foi nunca ter tido auto-controle, tendo sempre ficado refém do seu temperamento ( fosse explosoões de mau-humor, indignação ) também nunca conseguiu controlar seu amor por este jovem Oficial, tendo ficado em grande depressão quando ele teve que partir da enfermaria para a guerra.
Toda a família Romanov estava ciente do apego da grã-duquesa Olga a Mitya , que frequentemente era convidado para tomar chá no Palácio de Alexandre, junto com alguns outros oficiais.
A Czarina simpatizou com ele, tal como toda família e chegou a ser promovido a Tenente pelo Czar.
Dmítri Shakh-Bagov também estava apaixonado por ela a tal ponto que
jurou matar Rasputin para os salvar.
Olga teve vários pretendentes reais , mas para ela ela ( tal como para suas irmãs )
estava fora de questão casar-se com um Principe estrangeiro.
Em seu diário, Olga parecia incrivelmente feliz em passar o tempo com ele, mas no final do ano ela enfrentava o coração partido: Pavel ficou noiva de outra Olga - uma amiga da família Romanov, Olga Kleinmichel. A Grã-Duquesa só se atreve a escrever sobre isso em seu diário em um código especial que ela havia criado.
Durante esse tempo começou a perder peso, pois como era uma jovem a frente do seu tempo, interessava-se por política lendo jornal todos os dias e procurando saber a opinião pública através de amigos fora do palácio e o que tomou conhecimento a respeito da sua família, a afligiu muito.
Refletiu então que:
Rasputin causava mais mal do que bem a sua família.
Olga até então era a mais famosa das filhas do Czar, tanto na Rússia como no estrangeiro até a infeliz entrada da Rússia na guerra, quando então Tatiana se tornou a mais famosa por causa do seu Comitê e suas aparições públicas.
Olga na que eu considero sua mais bela foto, entre 1913-1914.
Na idade adulta, estava mais bem informada que os seus pais sobre a real situação do País.
Não há registro de nenhuma paixão por um Príncipe russo, mas nisso podemos dizer que também seus pais em particular a Czarina não as deixavam conviver com a nobreza, restando assim somente Oficiais, homens com os quais por Lei nunca poderiam casar por Lei, só morganaticamente.
Primeira Guerra Mundial :
Com o estourar da 1ª Guerra Mundial, seu estado emocional se agravou porque não suportava o tormento na sala de operações.
Nunca teve a força física de Tatiana, nem seu equílibrio, o que contrastava com sua personalidade mais forte.
Posteriormente os pais a designaram para trabalhos mais amenos como:
conversar com os pacientes, distraí-los a tocar piano, fazer curativos e quando
tinha seu estado emocional permitia, era secretária do pai.
Olga, teria sido uma excelente Regente se o czar a tivesse nomeado no lugar da mãe, em 1915.
A Czarina era manobrada por Rasputin acrescendo também que o fato de a Czarina ser alemã só exacerbou o ódio contra ela nesse período.Olga que tinha visão política, teria sabido tomar sábias decisões, inclusive teria afastado Rasputin sendo ela a única da família a perceber o perigo que ele representava.
Ele também se confidenciaria com ela e em Tobolsk chegou a lhe entregar um revolver que Olga trazia escondido na bota.
A Czarina frequentemente se queixou ao Czar do mau-humor de Olga e da hostilidade dela com suas ordens.
Em 1915, encontrou um bálsamo para sua dor quando conheceu Dmítri Shakh-Bagov.
Conheceram-se em 1915, sendo ele paciente dela na Cruz Vermelha,
conhecido por ela como Mitya.
Olga cuja fraqueza foi nunca ter tido auto-controle, tendo sempre ficado refém do seu temperamento ( fosse explosoões de mau-humor, indignação ) também nunca conseguiu controlar seu amor por este jovem Oficial, tendo ficado em grande depressão quando ele teve que partir da enfermaria para a guerra.
Toda a família Romanov estava ciente do apego da grã-duquesa Olga a Mitya , que frequentemente era convidado para tomar chá no Palácio de Alexandre, junto com alguns outros oficiais.
A Czarina simpatizou com ele, tal como toda família e chegou a ser promovido a Tenente pelo Czar.
Dmítri Shakh-Bagov também estava apaixonado por ela a tal ponto que
jurou matar Rasputin para os salvar.
Infelizmente a guerra os separou.
A última vez que se viram foi no Natal de 1916 - o último Natal da Rússia Imperial, Foram semanas muito ansiosas e o último adeus debaixo da árvore de Natal: Mitya estava indo para o seu regimento. Aparentemente, a última menção dele no diário de Olga Romanov fez em seu aniversário (02/09/1917): “ Hoje, Mitya completou 24 anos (Shakh-Bagov). Que Deus o salve .
Aparentemente, eles nunca mais se viram depois de 27 de dezembro de 1916.
Abaixo foto de Olga com a Família no feliz ano de 1913, no 300º da Dinastia:
Olga em especial na guerra foi extremamente generosa, doando boa parte da sua fortuna pessoal que herdou aos 20 anos á populações afetadas pela guerra.
CONTINUAÇÃO NO PRÓXIMO POST.
Abaixo foto de Olga com a Família no feliz ano de 1913, no 300º da Dinastia:
CONTINUAÇÃO NO PRÓXIMO POST.


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